sábado, 8 de março de 2014

Quando palavras fogem

                 

                 Sentir não é o mesmo que falar, talvez escrever, mas cara a cara, frente a frente, nunca fui boa. Na hora você pergunta á você mesmo, aonde as palavras foram? Será que estou falando a coisa certa? Estou sendo infantil?

                  Talvez eu tenha todos os motivos para estar certa, mas ainda eu estou na dúvida. Meu coração dói, minhas pernas tremem, meu corpo quente, minhas mãos geladas e as lágrimas não param de cair. Nesse momento, só consigo estar triste, confusa e as palavras não saem. Entre meus soluços elas vão sumindo aos poucos. Por fim, vou morrendo sem perceber, de pouco a pouco. Quando tento perceber, não me conheço mais.